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Meio Ambiente

Publicado: 6 de agosto de 2012 em Planos de Aula

Projetos Pedagógicos: Pedagogia, MEIO AMBIENTE.

 

 

MOMENTO PRESENCIAL- RELATORIO

MEIO AMBEINTE, NA COMUNIDADE

BANANAL EM PACARAIMA – R

 

SUMARIO

 

 

Apresentação———————————————————–

Introdução—————————————————————

Aspecto Socioeconômico———————————————-

Fauna e Flora————————————————————

Considerações Finais—————————————————

Referencia Bibliográfica———————————————–

 

 

APRESENTAÇÃO

 

Os atrativos da comunidade indígena Bananal,  ajudam na economia do município local,por isso devemos preservá-lo como um todo.A comunidade do bananal conta com cachoeira, igarapés, trilhas e rios com corredeiras. E também a comunidade tem eventos religioso que acontece em agosto e novembro e a festa do índio. A população vive de agricultura, caça e pesca e alguns são funcionários públicos.

INTRODUÇÃO

Apresentação da Comunidade

Comunidade indígena denominada Bananal, na reserva indígena São Marcos, no município de Pacaraima – no norte do Brasil e divisa com o sul da Venezuela. Sendo a 20 Km da sede de Pacaraima.

Acesso, 11 Km pela BR174; 09 Km pela vicinal não pavimentada.

Ponto de Referencia, Comunidade do Sorocaima I.

A comunidade indígena bananal foi fundada aproximadamente nos ano de 1960, quando aqui chegaram os primeiros habitantes, senhor tuxaua Bento Loureto da Silva, falecido no ano de 1998.

Onde forma acompanhados de nove filhos, com homens e sete mulheres, no tramite já tinham dois genros. Onde foi povoado compondo em família com a população de 179 pessoas, localizada ao norte do estado de Roraima, a oeste da BR 174 a 10 quilômetros próximos á fronteira com a Venezuela situada na Terra Indígena São Marcos, demarcada e homologada pelo decreto nº.312, de etnia Taurepang.

Clima, Tropical e chuvoso

Criação da comunidade, aproximadamente em 1960

Principais rios, Rio Bananal

Temperatura, 20 ºC

Aspecto socioeconômicos

 

A comunidade por não ser desenvolvida economicamente e por ser também, uma comunidade indígena não tem taxa de imposto, de água, e de luz e muitos menos limpeza urbana. Grande parte da população que lá estão vivem da caça e da pesca e da agricultura. Onde há alguns projetos em andamentos como.

- Apicultura, Escola/comunidade

- Piscicultura, FUNAI

- Granja de Galinha Caipira, São Marcos, Comunidades e Escola

- Bovino, do Governo do Estado

- Artesanato, SEBRAE

- Projetos já existentes, Plantio de Banana

- Projeto em andamento a ser aprovado, Blocos e Tijolos.

Fauna e Flora

Há muito tempo a comunidade já foi muito rica em fauna e flora, hoje por causa da depredação do homem com o desmatamento, queimadas e outras, já não podemos ver esta riqueza assim tão de perto, porem sua flora ainda encontramos belas orquídeas, , castanha do Pará ipês e outras. Na  fauna podemos encontrar, veados, pacas, tatus, garças e outros.

Sistema hídricos

  

A comunidade se abastecimento de água através de canos que conduz a água as casa da comunidade, este sistema conta com uma engenhoca que através da mesma dá pressão para conduzir a água.

Considerações Finais

 

Através desta visita, concluímos que na comunidade do bananal possuem  áreas de preservação, pois o ambiente está se compondo de  vegetações, onde se entende-se está tendo uma preocupação referente o meio ambiente, sendo ainda uma discreta formação de vegetação, do ambiente natural do lugar. A fauna e a flora  também compõem esta mesma paisagem.

Referencia Bibliográfica,

Moisés Dantas Silva, Desenvolvimento de um Portal de Turismo de Pacaraima utilizando Joomla, outubro – 2009

 

 

PLANO DE AULA: EDUCACAO ETNICO-RACIAL: VALORIZAR A CULTURA

OBJETIVO:

•Valorizar a cultura afrodescendente, reconhecendo a sua presença de forma positivada nos diversos segmentos da sociedade, no que diz respeito à literatura, arte, culinária, religião música e dança.

CONTEUDO:

•Discutir as relações raciais no ambiente escolar;

•Reconhecer e valorizar a cultura africana e afrodescendente, como formadora da nossa cultura;

•Promover o respeito pelas várias etnias;

•Reconhecer a constante presença da marca africana na literatura, na música, na culinária, na arquitetura, na linguística, na criatividade na forma de viver, de pensar, de dançar, de rezar.

ESTRATEGIA:

1. Leitura e discussão do livro “Menina Bonita do Laço de Fita” – Ana Maria Machado;

2. Montar uma paleta com massa de modelar: tons de bege e marrom. Ir misturando as cores, como se uma cor fosse o pai e outra a mãe. Isto permitirá que a criança perceba porque possui tal cor de pele. Aproveite a história de Ana Maria Machado, que demonstra nitidamente o que acontece no Brasil: a miscigenação.

3. Ter em sala de aula objetos tais como roupas, figuras, livros, máscaras, instrumentos musicais, entre outros de origem africana. Montar uma maleta onde esses objetos possam ser guardados e levados para casa, para descrição. Cada dia um aluno leva a maleta, escolhe um objeto e escreve sobre ele. No outro dia compartilhar com a turma sua experiência e lê o que escreveu.

4.Em um sulfite, os alunos deverão desenhar como imaginam a África.Expor os desenhos e conversar sobre eles, comparando – os com imagens de alguns países da África, seus costumes, localização, belezas naturais etc.

5. Montar um texto coletivo sobre a África a partir destas observações e montar um cartaz sobre a sua nova visão da África, com desenhos do que mais gostou.

6. Contar a história “Bruna e a Galinha d´Angola”: leitura, discussão oral. Localização de Angola no mapa; característica do lugar; língua falada; construções entre outras curiosidades. Enfatizar como na cultura africana, é forte o respeito pelos mais velhos e suas tradições orais.

7. Confeccionar em equipe, algumas bandeiras de países africanos; exposição das mesmas.

8. Com dobradura, construir casa africanas, pintar explorando também as cores e as formas geométricas utilizadas por eles. Ver casas Ndebele.

9. Em revistas, fazer uma pesquisa de figuras de personagens negros ou afro descendentes, para conversação e montagem de uma painel. Leitura de algumas biografias: Pelé, Mandela, Zumbi dos Palmares.

Fonte: Alfabetização Consciente

Plano de Aula

 

Tema:  Socializando com as diferenças

 

DISCIPLINA TRABALHADAS:

- Historia, Geografia, Português,  Ensino Religioso e Arte.

O que é?

Uma proposta de trabalho com reflexões, analises, discussões e ações sobre nossa sociedade plural, visando suscitar atitudes de respeito entre os diferentes grupos e culturas que a constituem.

TEMAS TRANSVERSAIS:

-Ética e Pluralidade Cultural.

Por quê?

Nossa sociedade é formada por diferente etnias, com imigrantes de diferentes países, assim faz-se necessário buscar caminhos para uma convivência harmoniosa, para a construção de uma sociedade verdadeiramente democrática, na qual todos são iguais em direitos e deveres. O preconceito velado existente em nossa sociedade, a discriminação de um mundo viável, precisamos fomentar nas escolas a valorização do homem, independentemente de cor, etnias, religião, sexo e idade.

Objetivos:

  • Possibilitar ao educando uma formação integral, resgatando valores e culturas, encaminhando os para a formação de um mundo melhor e mais justo;
  • Transformar reflexões, discussões, analises, em mudanças de atitudes, em ações,

em busca da igualdade;

  • Desenvolver atitude de respeito perante as diferenças, mediante momentos de interiorização, para ampliar o autoconhecimento;
  • Alem dos objetivos acima citados, os educando devem perceber a influencia da estrutura social na vida cotidiana do homem.

 

Conceitos:

  • Conhecer e comparar diferentes tipos de culturas ( índios, ciganos, etc.;
  • Conhecer e respeitar o modo de vida de outras culturas, reconhecendo diferenças e semelhanças entre ela;
  • Identificar e valorizar a função social de cada uma delas;
  • Conhecer a discriminação, exclusão social nos vários tempos históricos;
  • Identificar as principais características dos excluídos ao longo da historia;
  • Identificar e dimensionar processos de escravidão;
  • Localização geográfica.

 

Procedimentos:

 

  • Conscientizar sobre o preconceito, discriminação e exclusão social existentes em nossa sociedade;
  • Conscientizar sobre as diferenças existentes no próprio grupo;
  • Analisar diferentes realidades étnicas, em vários momentos históricos;
  • Analisar até os dias atuais;
  • Analisar as implicações econômicas;
  • Produzir cartazes, murais, charges, etc.

 

 

Atitudes:

 

  • Valorizar e respeitar todas as etnias;
  • Valorizar a troca de idéias e opiniões;
  • Cooperar com os colegas;
  • Expressar idéias, sentimentos e respeitar os colegas;
  • Compartilhar experiências;
  • Valorizar o dialogo, a solidariedade, a justiça;
  • Refletir sobre a importância da amizade;
  • Compreender que somos interligados

 

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Reportagens

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Sequências didáticas

Objetivos:
- Reconhecer a diversidade de grupos indígenas da América Latina.
– Conhecer os tipos de brincadeira indígena.
– Comparar o próprio modo de vida com o de crianças indígenas.

CONTEUDO:

Comece o trabalho explicando que o propósito é conhecer como brincam diferentes grupos de crianças na América Latina. De início, mostre imagens de brincadeiras em países dessa região, debatendo as semelhanças entre elas. Nesse ponto, é importante enfatizar dois aspectos. Primeiro: apesar de as comunidades indígenas serem muito diferentes, na maioria delas predominam as brincadeiras junto à natureza, principalmente nos rios. Segundo: os brinquedos são feitos de materiais retirados da floresta. Comente ainda que, em boa parte das atividades, os pequenos brincam em grupos e sem competir, aprendendo diversas práticas do cotidiano. Finalize essa etapa pedindo aos alunos que discutam sobre as diferenças e semelhanças em relação às próprias brincadeiras.
 
Pergunte se conhecem uma peteca e se sabem usá-la. Proponha, então, que façam uma em sala. Comece amassando uma folha de jornal, formando uma bola achatada. Coloque-a no centro de outra folha, deixando as pontas soltas. Torça a folha na altura da bola e amarre com um barbante ou elástico. Se quiser, pinte com tinta guache. Com o brinquedo pronto, combine com o professor de Educação Física um jogo com a turma. De volta à classe, mostre que a palavra “peteca” vem de péte ka, de origem tupi, nome de um brinquedo feito pelos indígenas com palha seca de milho. É essencial explicar que o tupi era a língua falada em todo o litoral do Brasil até o século 18 e que inúmeras palavras dela foram incorporadas ao português. Por último, conte que, em Minas Gerais, o jogo de peteca é um esporte reconhecido e muito praticado, destacando a influência indígena na nossa cultura.

ESTRATEGIA:

- Povos da América Latina.
– Diversidade cultural.
Folhas de jornal ou de papel crepom colorido, barbante ou elástico.

AVALIACAO:
Proponha que os alunos produzam um texto curto que identifique a influência indígena na nossa cultura, com base em uma das brincadeiras que eles conheceram. O texto pode ser incrementado por meio da comparação com algum jogo que eles veem como semelhante aos dos indígenas. Avalie se a turma incorporou a compreensão de que esses povos não são homogêneos, mas diferentes em termos de cultura, língua e práticas sociais.

Plano de aula semanal: Português

Publicado: 6 de agosto de 2012 em Planos de Aula

Plano de Aula: PEDAGOGIA

                                                                                             

 

PLANO DE AULA SEMANAL

LEITURA

 

 

PLANO DE AULA, SEMANAL

Professora: Eunice de Souza Dantas

Área: Português

Tema:  Leitura

Publico alvo: Alunos 06 á 07 anos

Conteúdo:

  • Vogais,
  • Encontro vocálicos letra cursiva,
  • Pequeno. texto

 

Objetivo Geral:

  • Identificar as vogais (conhecer),
  • Alfabeto,
  • Identificar os encontros vocálicos nas palavras,
  • Identificar o alfabeto (conhecer),
  • Saber ler as palavras formadas no texto,
  • Valorizar a leitura como fonte de informação.

 

 

Objetivo Especifico:

 

  • Confeccionar diversos modelos de jogos educativos contendo vogais, encontros vocálicos e que despertem a criança para a leitura,
  • Despertar o interesse pelas palavras,
  • Descobrir a importância dos encontros vocálicos nas palavras,
  • Despertar a critica diante de textos persuasivos.

 

Metodologia:

 

- Jogos pedagógicos, textos, musicas, brincadeiras, tarefas no caderno e para casa e no quadro, cartazes, e tarefas mimeografadas.

 

 

Recursos:

 

- Caderno, quadro, mimeografo, Xerox, lápis, borracha, giz de cera, tesoura, revista, jornais e livros.

 

Avaliação:

 

- Continuo e processual.

 

Referencia Bibliográficas:

 

PCNS, A Escola é nossa, Tempo de Inclusão.

 

 

PLANO DE AULA:  EDUCACAO DO CAMPO: Geografia

 

OBJETIVO:
A paisagem pode ser compreendida como tudo aquilo que a nossa vista alcança, a fração do território que é possível abarcar com a visão. Trata-se de um conjunto heterogêneo de formas naturais e artificiais, em que cada vez mais predominam estes últimos. Tal heterogeneidade é dada pela multiplicidade e diversidade de usos e funções dos objetos e reflete em boa medida as atividades de diferentes períodos que caracterizaram ou caracterizam a vida humana. Desse modo, como assinala o geógrafo Milton Santos, ela é uma combinação de objetos “criados em momentos históricos distintos, porém coexistindo no momento atual” (SANTOS, 1997).

CONTEUDO:

Por meio da leitura da paisagem, os estudantes poderão observar, identificar, descrever ou comparar os elementos que a compõem e seu arranjo, atribuindo-lhes significado. O ponto de partida são os espaços familiares à criança, em que se imbricam representações, valores e identidades, como os de vivência – a rua, a praça, o bairro ou a escola -, ou aqueles que ela já teve a oportunidade de conhecer ou visitar.

ESTRATEGIA:

Esta sequencia didática propõe a observação de paisagens do campo e da cidade por meio de obras de arte e fotografias, assim como a sua representação pelos alunos, por meio de desenhos, croquis e painéis ilustrados. Com isso, eles poderão questionar, indagar e formular explicações sobre fenômenos e acontecimentos e refletir sobre variados aspectos de sua realidade cotidiana.

a) Identificar, descrever e comparar os elementos de origem natural e cultural que configuram as diferentes paisagens.
b) Observar, descrever e analisar elementos de paisagens urbanas e rurais em pinturas, fotografias, desenhos e ilustrações.
Paisagem, campo, cidade, urbano, rural

 Converse com os alunos sobre os espaços que eles costumam frequentar, visitar ou usar para brincadeiras. Pergunte quais são os de que mais gostam e o que se pode encontrar nesses locais: árvores, brinquedos como balanço ou gangorra, gramado, campo de futebol, casas e outras edificações etc. Solicite a cada aluno que represente esses espaços por meio de desenhos, deixando-os à vontade também para representar o que gostariam que fosse melhorado em cada um deles.

considerações sobre alguns conteúdos e características do campo e da cidade. A paisagem urbana é de evidente artificialidade, enquanto a que mostra uma cena do campo deixa à vista elementos de origem natural, ainda que parcialmente modificados pela ação humana. A paisagem urbana mostra elementos inerentes à própria ideia de cidade, como a densidade, diversidade e concentração de pessoas e objetos. Há também contiguidade entre os objetos, se comparados aos que aparecem na figura do meio rural. Vale a pena ressaltar também as diferenças evidentes entre os sistemas de circulação nos espaços retratados.
Questione os estudantes se poderíamos encontrar novos elementos em outras paisagens urbanas e rurais. Por exemplo, a presença de indústrias no campo, atividades que costumam ser encontradas mais frequentemente nos núcleos urbanos. Você pode propor aos estudantes que coletem, observem e comparem outras imagens de paisagens do campo e da cidade para serem observadas, como fotografias, obras de arte, desenhos e ilustrações.
Com a participação de todos, anote as principais conclusões na lousa e solicite que todos anotem no caderno.
Avaliação :
Para avaliar a aprendizagens dos alunos, leve em conta toda a produção realizada ao longo da sequencia didática, como os desenhos produzidos e os trabalhos realizados em grupos.

Leve em conta os objetivos previstos inicialmente para avaliar a evolução do aluno no que diz respeito a sua capacidade de expressão, escrita, compreensão do tema e da leitura e interpretação das imagens.
Considere também a participação de todos nos trabalhos individuais e coletivos e nas rodas de conversa, assim como o modo como divisão de trabalho e participação individual nos grupos.
A leitura da paisagem.
Ao promover a leitura da paisagem é necessário ter em conta que essa é uma atividade que requer alguns procedimentos específicos que precisam ser desenvolvidos nos alunos ao longo de sua vida escolar, como apreensão de informação, seletividade, compreensão etc. Uma imagem de paisagem possibilita o estudo de muitos conceitos, tanto mais complexos quanto maior a maturidade intelectual de quem a observa. Por isso, o trabalho com esse recurso é muito importante para a aprendizagem em Geografia.
Para analisar a paisagem é preciso obedecer a alguns estágios, como:

• Observação – Descrever o que se vê; quanto maior domínio conceitual possuir o observador, maior será a capacidade de discriminação do que é observado.
• Análise – Estabelecer relações entre os objetos presentes na paisagem, sejam naturais ou artificiais.
• Interpretação – Atribuir significado ao aparente caos em que se encontram os objetos na paisagem.
• Avaliação – Avaliar a disposição dos objetos, suas inter-relações e as outras possibilidades de rearranjo espacial.
Quer saber mais?

BIBLIOGRAFIA
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado. São Paulo: Hucitec, 1988.